A expressão WING CHUN pode ser traduzida como “Cantar à Primavera”. No entanto, etimologicamente, o significado de Ving pode ser expresso por “anúncio do perpétuo”, enquanto “Chun”  pode representar “a superação das dificuldades iniciais para alcançar a prosperidade, sob o efeito da luz”. Desta maneira, por extensão de sentido, o nome WING CHUN conduz ao conceito de “Aprendizagem Proativa”

Origens do Wing Chun

O temor dos monges altamente habilidosos do mostério Shaolin levou o governo de Qing a conspirar com monges traidores para arrasar o templo em um grande incêndio. A monja Ng Mui foi uma das lutadoras prodígio a escapar, e esta especialista em Shaolin chuan criou o wing chun.

Mais tarde, Ng Mui orientou a jovem e bela Yim Wing Chun, instruindo-a no kung-fu. Ela então deu o nome de sua protegida ao sistema que inventou, o wing chun.

Ng Mui descartou as antigas tradições e se concentrou em vencer a qualquer custo. O Wing Chun usa a velocidade e a astúcia para superar as vantagens naturais do oponente, em vez da força, da flexibilidade muscular e da condição dos ossos. A luta permite até dedos nos olhos, cotoveladas no rosto e chutes no baixo ventre do adversário para ganhar vantagem. O Wing Chun pratica a proteção e o ataque aos principais pontos de pressão, a economia de movimentos, e o princípio simultâneo ou combinado de ataque e defesa.

Método

O Wing Chun ensina que existem cinco formas de derrotar o inimigo – travar articulações, chutes, golpes, bloqueios e o uso de armas.

Um dos métodos definitivos de treinamento no Wing Chun é a prática com o boneco de madeira, popularizado em muitos filmes em que os praticantes treinam contra aparatos de madeira, encontrados apenas no wing chun.

O Wing Chun também envolve a prática com armas. As armas são adaptadas, em sua maioria, de ferramentas do dia-a-dia usadas na agricultura ou na pesca, como bastões, estacas e barras de metal.